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O PAPEL E SUAS VANTAGENS PARA O PLANETA

14 de fevereiro de 2020

Vivemos na era em que a responsabilidade ambiental virou pauta recorrente das companhias. De fato, o assunto é crucial para as empresas e deve ser levado em consideração na hora de pensar em boas práticas.

E quando falamos sobre o uso de embalagens de papel, muito se julga que esse tipo de produto é nocivo ao meio ambiente, devendo ser excluído da cadeia de consumo. A verdade é que a eliminação do papel nas embalagens implica no uso de outros tipos de materiais que, em sua maioria, representam danos reais à natureza e que não supririam, sozinhos, a demanda mundial.

Superando mitos, neste post desvendamos as verdades sobre a matéria-prima e mostramos como a sua produção impacta positivamente o planeta.

Papel desmata?

Sabemos que papel demanda celulose que, por sua vez, é extraída das árvores. No Brasil, o eucalipto e o pinus são os tipos mais comuns para produção da substância. O que muitos não sabem é que, quanto mais se produz papel, mais se produzem árvores. Isso porque elas devem ser provenientes de árvores plantadas para essa finalidade.

Então, ao invés de desmatar, a produção de papel aumenta a quantidade de árvores no planeta. A partir disso, tem-se maior retirada de carbono da atmosfera, o que ajuda a combater o efeito estufa. Estima-se que hoje hajam quase 3 milhões de hectares destinados à plantação destinada ao papel, equivalentes a três bilhões de árvores. As árvores para fins industriais são constantemente cultivadas. Quando uma é colhida, logo outra é plantada em seu lugar. Assim, o ciclo de absorção de CO2 se perpetua.

Na Printbag, a procedência dos papéis é garantida pelo Selo FSC, o qual certifica que as madeiras que dão origem ao papel das nossas embalagens são de reflorestamento.

Papel gera muito desperdício?

O papel tem alto potencial de reciclagem. O Brasil atua na recuperação de papéis de forma bastante expressiva, coletando-o após o uso e transformando-o em novos produtos. Assim, eles retornam com facilidade à cadeia de consumo.

Ainda quando não pode ser reaproveitado, o fato de se decompor rapidamente na natureza o coloca em vantagem em relação a outros tipos de materiais. Enquanto a decomposição do papel leva cerca de três meses, o plástico, por sua vez, demora 400 anos para se deteriorar.

A produção de papel gera muitos resíduos?

Como é uma matéria-prima de origem renovável, a indústria de papel acaba não gerando grande quantidade de resíduos perigosos. Só no Brasil, cerca de 85% da matriz energética do setor têm origem em fontes renováveis.

A produção de papel interfere na biodiversidade?

É importante lembrar que o manejo florestal obedece à legislação e ao Código Florestal. Logo, plantas que fazem parte da biodiversidade local e das áreas de reserva são protegidas nesse processo. Além disso, o desmatamento de árvores ocorre em áreas selecionadas, previamente degradadas pela agricultura. 

O mundo em 15 anos: tendências para o futuro

7 de fevereiro de 2020

Já parou para imaginar como será o mundo em 2035?

Mudanças constantes vêm revolucionando o presente e moldando o futuro. A Universidade de Oxford, por exemplo, aponta que 47% dos trabalhos serão substituídos por robôs num período de 16 anos. Na Índia, o segundo país mais populoso do mundo, um sistema de identificação digital biométrica cobrirá 90% da população em até cinco anos. Já no Reino Unido, um plano personalizado de estilo de vida, baseado em características genéticas, deve atingir a marca de um bilhão de consumidores no mesmo período de tempo.

Falar sobre o futuro com as empresas nem sempre é tarefa fácil. Por vezes, as companhias não gostam de encará-lo, já que isso pode significar deixar de lado seus atuais modelos de negócio para começar a fazer diferente. No entanto, entender as mudanças necessárias pode ajudar a direcionar tempo e dinheiro de forma assertiva no futuro.

Faith Popcorn, fundadora da consultoria BrainReserve, compartilhou com participantes de um evento promovido em Nova Iorque tendências futuristas que devem se tornar comuns em 2035. Segundo os estudos de Faith, esse futurismo representa um método de imaginar o que vem pela frente, podendo ser aplicado a marcas e negócios. Para ela, haverá cinco forças determinantes na sociedade, direcionadores das principais mudanças: epidemia de ansiedade, mistura de gêneros, N of 1 (hiper personalização), super humanos e lite life (vida mais leve).

O que o futuro nos reserva? Confira algumas das principais mudanças previstas para 2035, baseadas em diferentes estudos:

1 – Mudanças demográficas


A expectativa é que, até 2030, a população mundial alcance o número de 8,5 bilhões de habitantes. Segundo a aposta, nove países serão responsáveis por mais da metade desse crescimento: Índia, Nigéria, Paquistão, República Democrática do Congo, Etiópia, Tanzânia, Indonésia, Egito e Estados Unidos. Em 2027, espera-se que a Índia desbanque a China e se torne o país mais populoso do mundo.

2 – Urbanização

Nos países em desenvolvimento, a população urbana deve dobrar, de modo que as cidades produzirão 80% do PIB global. Pequenas e médias cidades serão os grandes centros urbanos em crescimento, as quais já representam hoje 59% da população urbana mundial.

3 – Transparência

O mundo será um local cada vez menos privado para seus habitantes. A quantidade de informações coletadas sobre os indivíduos a partir de produtos e empresas crescerá de forma expressiva. Além disso, novas ferramentas de análise de informação facilitarão a tomada de decisões nos negócios.


4 – Crise climática

Com a intensificação das mudanças climáticas, as consequências terão impacto direto sobre a humanidade. Problemas como ecossistemas prejudicados, espécies animais em risco de extinção, secas, inundações e migrações em massa são esperados como realidade num futuro próximo. Por isso, investimentos e propósitos fundamentados na sustentabilidade devem estar cada vez mais na pauta das companhias.

5 – Tecnologia

Até 2035, tecnologias como inteligência artificial levarão praticidade e produtividade às pessoas. A partir da automação inteligente, veremos inovação de produtos, processos e modelos de negócio. Porém, ao mesmo tempo em que novas portas serão abertas no mercado de trabalho, empregos também serão substituídos por robôs.

Em vista das mudanças esperadas, tomar decisões em prol da sustentabilidade, considerar a importância do aspecto humano nos negócios e no seu valor para as pessoas e ser transparente com clientes são ações que farão as empresas caminharem no mesmo sentido do futuro. O que já começou a mudar hoje não pode começar a ser discutido daqui 15 anos. Afinal, o futuro do mundo já começou.

CONHEÇA AS INDÚSTRIAS QUE MAIS CRESCEM JUNTO AOS MILLENNIALS

31 de janeiro de 2020

Millennials: quem são?

A geração dos millenials, também conhecida como geração Y, inclui um importante universo da população mundial: pessoas nascidas entre a década de 1980 e o início dos anos 2000. Além de ser uma geração que ocupa crescentemente cargos em empresas, os millennials presenciaram os primórdios e a consolidação da Internet, uma das mais expressivas revoluções da humanidade.

Millennials gostam de impacto social. Geração de valor, ética e sustentabilidade são cada vez menos negociáveis para esse público, que exige das empresas essas práticas. Inclusão e representatividade de diferentes grupos sociais também têm se tornado indiscutíveis para essa eles. Além disso, capacidade de inovação e desenvolvimento também são fundamentais, uma vez que a geração busca constantemente a adaptação a melhores maneiras de se trabalhar. Por fim, uma liderança transformadora, ou seja, novos jeitos de se liderar, também se fazem necessários quando nos referimos a esse público. Essa geração espera que seus líderes os engajem sem imposições, criando um clima inspirador e desafiador, e que tracem caminhos a serem alcançados a partir do trabalho em equipe.

Com espaços conquistados, a jovem geração Y traz consigo comportamentos que têm transformado mercados, impactando no seu crescimento e tornando-os mais prósperos. A seguir, fique por dentro de quais segmentos mais devem prosperar em função dos millennials.

Fitness

Hábitos saudáveis são tendência entre essa geração, que busca praticar atividades físicas para manter a saúde. Versões mais enxutas que atendam ao objetivo de melhorar a saúde têm sido as queridinhas na escolha desse público. Isso porque lugares menores, que possibilitam mais interação e despertam senso de comunidade, atraem mais o perfil dos millennials.

Refeições rápidas

Restaurantes “fast casual” são a nova onda entre o público da geração Y. O foco desse tipo de estabelecimento é a ausência de serviço de mesa e a preparação do prato em frente ao cliente, de forma personalizada. Essa é a proposta da rede Chiplotle Mexican Grill, nos Estados Unidos, restaurante pioneiro no estilo cujas ações têm crescido exponencialmente.

Camping

Segundo pesquisa, 56% dos novos campistas são representados pela Geração Y. Nos Estados Unidos, por exemplo, o crescimento do segmento saltou de 2 bilhões para 2,5 bilhões de dólares.

Viagens

Uma vez focadas na geração dos Baby Boomers, agora o segmento turístico dá valor e vez à geração Y. O objetivo é vender o serviço a partir da melhora da experiência digital do público millennial, de forma mais personalizada e cool.

Mobilidade

Para o público urbano, problemas de deslocamento podem ser resolvidos com apps de mobilidade urbana e, ainda, uso compartilhado de patinetes e bicicletas elétricas, que são mais baratas e eficientes nos casos de distâncias curtas. Estes últimos dois destacam-se pela ajuda na fuga do trânsito e pela eliminação dos custos de manutenção e combustível.

Finanças

Para os millennials, é preferível confiar suas finanças à tecnologia e à automação do que aos tradicionais bancos. Por estarem poupando cada vez mais, criando reservas de emergência, os aplicativos facilitam o controle e a organização dos gastos.

Ignorar o público da geração Y não deve ser a realidade das organizações. Ao contrário, é preciso entendê-los para identificar gaps e propor soluções inteligentes que caminhem junto com suas mudanças comportamentais.

O QUE ESTARÁ EM ALTA NO VAREJO 2020

24 de janeiro de 2020

Você já ouviu falar na NRF Retails Big Show? Trata-se da maior feira global do varejo, conhecida por divulgar as principais tendências do ano para o varejo mundial, trazendo conteúdos e líderes do setor na abordagem dos assuntos. A última edição da NRF aconteceu entre 12 e 15 de janeiro desse ano, reunindo pessoas do mundo inteiro – cerca de 40 mil varejistas de dezenas de países.

Dessa forma, como estamos falando do principal evento de varejo do mundo, separamos as principais tendências reveladas na feira que podem ajudar você a ficar antenado e estar preparado para encarar os desafios do seu negócio. Veja só.

Connected commerce

O varejo conectado foi uma das tendências apresentadas na feira, cuja prática acelera a transformação digital das companhias. É importante destacar que o conceito omnichannel, que está totalmente relacionado ao varejo conectado, ainda é bastante válido, porém, vai além da presença nos canais de venda, incluindo estratégias de pagamento, integração de dados e a própria personalização do relacionamento com os clientes.

Customer Centricity

A Customer Centricity traduz a centralização no consumidor, que nada mais é do que orientar as estratégias do negócio conforme o perfil e a demanda dos seus clientes, fator determinante para manter sua marca relevante e ativa no varejo.

Novos modelos de negócio

Com as transformações constantes, emergem novos modelos de negócio no cenário varejista. Um exemplo são as Raas, Retail as a Service, espaços coletivos que incluem diferentes marcas na sua estrutura.

Pessoas

A feira também trouxe à tona a importância das equipes dentro das lojas. É necessário que se trabalhe com o objetivo de oferecer melhor experiência para os clientes. Além disso, fazem-se necessárias novas formas de relacionamento com os funcionários.

Propósito

Com o crescimento da competitividade, a função exclusiva de intermediar a venda de produtos ou serviços não pode ser vista como suficiente para os varejistas. O consumidor tem demandado posicionamentos definidos das empresas das quais compram, ou seja, propósito, autenticidade e transparência.

O comportamento de compra promete mudar de forma radical nos próximos anos. A exigência do consumidor e a preocupação com o impacto das suas ações na cadeia de consumo tornam fundamental conhecer o que vem pela frente a fim de estarmos preparados para os desafios que virão.

ENCANTANDO CLIENTES A PARTIR DA CUSTOMER EXPERIENCE

15 de janeiro de 2020

Conhecendo o que é CX

Hoje, as empresas já perceberam que um produto ou serviço brilhante não são garantias de fãs ou bons resultados para suas marcas. É preciso olhar para a percepção do consumidor em relação à empresa da qual compra. Foi a partir daí que começaram a ser implementadas as estratégias de Customer Experience.

Customer Experience, conhecida resumidamente como CX, nada mais é do que a experiência do cliente. Trata-se de uma estratégia que ajuda na sua interação com a marca e que objetiva a sua máxima satisfação. Isso porque, cada vez mais, o consumidor exige das empresas e deseja ter suas expectativas não simplesmente satisfeitas, mas superadas com uma experiência positiva.

E adivinha só quem é o protagonista da estratégia de CX: o cliente, claro! Na estratégia de Customer Experience, todas as iniciativas apontam para gerar sentimento positivo nas interações do cliente com a marca, em todos os canais, a todo momento.

Atenção: o preço não é mais decisivo para muitos consumidores. O cliente está disposto a pagar mais caro para ter uma boa experiência de compra, o que significa que vale muito a pena investir em interações bacanas durante a jornada de compra.

Como melhorar a experiência do meu consumidor?

O primeiro passo é estar atualizado quanto aos avanços tecnológicos dos canais de comunicação e também quanto às transformações e tendências de comportamento. A CX é totalmente passível de mudanças, pois está centrada em pessoas, as quais mudam a todo o tempo.

Além disso, listamos algumas estratégias fundamentais de Customer Experience que, sem dúvidas, podem melhorar a experiência dos seus clientes:

Omnichannel

Você conhece esse termo? Estamos falando de uma estratégia que usa de forma simultânea e interligada a comunicação em diferentes canais pelos quais o consumidor contata a marca. Ser omnichannel é considerada uma obrigação para as empresas que querem por em prática a estratégia de CX, cabendo à companhia buscar sua adaptação ao canal de comunicação escolhido pelo cliente.

Automação de atendimento

Com os avanços na inteligência artificial, os chatbots têm ficado mais assertivos e acessíveis. Os chatbots são programas de computador que simulam um ser humano na conversação com as pessoas. Hoje, por exemplo, existem versões gratuitas para instalação em sites e páginas de redes sociais. Eles otimizam e padronizam a comunicação, solucionando previamente questões e situações que normalmente seriam resolvidas por pessoas. Para as empresas que desejam otimização e praticidade, a automação é uma grande aliada.

Personalização

Ofereça aquilo que o cliente quer. Para isso, você precisará conhecer e identificar seu perfil. A partir daí, personalize na comunicação e no produto ou serviço ofertado, oferecendo a coisa certa na hora certa.

Feedback

Respostas certeiras e rápidas fazem toda a diferença para quem está comprando. Procure sempre entender e responder seus clientes com base nas suas queixas e colocações. Além disso, é possível também implementar pesquisas de satisfação que captam os sentimentos do cliente e abrem espaço para relatos.

Treinamento

De nada adianta somente uma parte do seu time estar engajada em gerar experiência positiva para o cliente. É preciso treinar e formar toda a sua equipe, para que tenha o mesmo objetivo de encantar o consumidor.

Já parou para pensar qual impressão seus clientes têm da sua marca? Proporcione a ele uma experiência incrível, encante seus clientes e, consequentemente, seus resultados aparecerão.

2020: conheça as tendências de negócios para o ano

8 de janeiro de 2020

07/01: 2020 já começou com tudo. Junto com ele, chegam também as tendências de negócios que mais prometem se destacar no ano. Se você é um empreendedor, é importante conhecê-las para saber onde investir. Afinal, com o acirramento da concorrência e o aumento da exigência do consumidor, todo cuidado na hora de empreender é pouco. Se você é somente consumidor, o simples fato de ficar antenado ao que está em voga já é, por si só, um bom argumento para conferir as tendências.

Com mercados novos, diretamente relacionados à movimentação da nossa economia, novas mudanças começaram a ser traçadas para o futuro. No entanto, é importante dizer que as tendências não representam um futuro exato; elas são previsões realizadas com base nas mudanças econômicas e no jeito de consumir.

Separamos para você algumas que mais pretendem se destacar esse ano.

Clubes de Assinatura

Clubes como Spotify, Netflix, Amazon e assinaturas mensais de produtos ou serviços são tendências que se perpetuam durante esse ano. Cada vez mais, as pessoas tendem a assinar pacotes que lhes atraiam em função da comodidade e da ideia de receberem produtos surpresa em casa, como é o caso das assinaturas de cosméticos e livros, por exemplo, cujos itens enviados são baseados no perfil dos consumidores que os recebem.

Economia compartilhada

O aluguel tem substituído constantemente a compra. Investir em negócios com esse enfoque pode trazer bons retornos. Exemplos desse modelo compartilhado que vêm crescendo no mundo todo são Ifood, Uber Eats e Rappi, além de outros aplicativos que possuem o mesmo objetivo.

Mobilidade urbana

Hoje em dia, a mobilidade urbana vai muito além da locomoção e de se ter o próprio automóvel. O número de carros nas ruas vem crescendo em função dos novos meios de mobilidade que surgiram e que só tendem a crescer. Aplicativos de carona como Uber e Yellow continuam como tendência para 2020.

Mercado de games

Só no Brasil, o mercado de jogos online deverá crescer 13,4% nesse ano, a partir do aumento no número de designers e programadores atuantes na criação de games. Dessa forma, esse trabalho também acaba estimulando o empreendedorismo, uma vez que não é necessária infraestrutura muito grande ou complexa para começá-lo.

Se empreender é sua praia, avaliar constantemente as tendências ao longo do ano precisa ser a sua missão. Elas te ajudarão a direcionar seu negócio para o rumo certo e o manterão alinhado às mudanças de mercado. Por isso, pesquise sempre e mantenha-se atualizado quanto a elas

O NATAL 2019 E AS EXPECTATIVAS PARA O COMÉRCIO

17 de dezembro de 2019

Todo ano é recheado de datas comemorativas que agitam o comércio brasileiro. No entanto, a expectativa sempre aumenta quando o Natal, a época mais movimentada do ano, se aproxima para os lojistas.

Crescimento em vendas

Em 2019, a CNC, Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, calcula que a data vai movimentar quase R$ 35 bilhões em vendas, avançando cerca de 4,8% em relação a 2018. Outro estudo realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e pelo SPC Brasil mostrou que 77% dos consumidores pretendem presentear alguém no Natal. Estima-se que quase 120 milhões de brasileiros irão às compras este ano para garantir os presentes.

Para o economista da CNC, Fabio Bentes, a previsão é otimista em função de quatro fatores principais: inflação baixa, prazos maiores de crédito, liberação de FGTS e Pis/Pasep e discreta melhora no mercado de trabalho. Considerando a injeção do 13º salário na economia, a expectativa ficou ainda mais positiva.

Quais tipos de lojas devem vender mais?

A expectativa é que o volume maior aconteça nas lojas de móveis e eletrodomésticos, que somarão uma movimentação de R$ 3 bilhões. Supermercados e lojas de vestuário também esperam vender mais.

E quanto ao local preferido para fazer as compras?

O estudo identificou que lojas de departamento são as mais queridas por 41% dos consumidores para as compras de Natal. Apresentando o mesmo número, estão as lojas online, cujas vendas devem crescer cerca de 6% em comparação a 2018. O comércio eletrônico espera faturar R$ 11,8 bilhões neste Natal. A ABComm, associação que representa o comércio eletrônico, calcula que o consumidor brasileiro gastará 310 reais por compra. Em seguida às lojas online, foram apontados como lugares favoritos para as compras os shoppings centers, os shoppings populares e as lojas de rua.

Mais contratações

Mais vendas representam mais demanda por trabalhadores temporários. A previsão do estudo estimou cerca de 73,8 mil contratações de trabalhadores formais para o Natal desse ano. Os segmentos de vestuário e calçadista são os destaques em números de contratações, seguidos dos supermercadistas e lojas de artigos pessoais e domésticos.

CONSUMO DIGITAL NO BRASIL

6 de dezembro de 2019

Com a transformação digital, forma de consumir do brasileiro sofreu diversas mudanças. Dispensar energia com compra online é cada vez mais recorrente entre os brasileiros, o que acabou mudando também o que eles consomem e como consomem.

Compra online

As melhorias dos canais de venda, da experiência de navegação na Internet e da confiança nos serviços online colaboraram para o aumento do consumo digital no Brasil. Para o consumidor, priorizar a economia de energia durante a compra online e reduzir o tempo gasto no processo são vantagens que o universo digital traz. De acordo com um estudo da Kantar, 74% dos brasileiros comprovaram a afirmação.

Muitos usuários acabam optando pela compra em sites internacionais em função dos preços reduzidos e da disponibilidade de produtos, visto que muitos não são encontrados em sites nacionais. Dessas vendas, 55% foram efetuadas em sites chineses.

Para os próximos anos, a expectativa é aumentar ainda mais o consumo por dispositivos móveis. Até 2021, espera-se que os smartphones tenham uma participação média de 41% nas compras.

Brasil: 3º maior consumidor de serviços sob demanda do mundo

Uma das categorias mais consumidas nos últimos meses é a de bens e serviços digitais, que já representa a maioria das compras online do consumidor brasileiro, segundo estudo da Fiserv, empresa de tecnologia de informação e serviços. Para se ter ideia, o Brasil já é o terceiro maior consumidor de serviços sob demanda do mundo.

A entrega de restaurante é, sem dúvidas, um desses serviços mais populares no país, com a ascensão de plataformas como iFood, Uber Eats e Rappi. Serviços de corrida compartilhadas e de assinaturas de streaming de vídeo e música também são outros exemplos sob demanda que vêm crescendo consideravelmente. A assinatura de música, por exemplo, foi mencionada por 34% dos entrevistados durante o estudo. Junto com Argentina e México, o Brasil está entre os principais países em números de downloads e streaming de música.

BLACK FRIDAY: EXPECTATIVAS PARA A SEXTA MAIS MOVIMENTADA DO ANO

27 de novembro de 2019

Dia 29/11 é a data mais aguardada por comerciantes e consumidores: é dia de Black Friday. Trata-se de uma das sextas-feiras mais movimentadas do ano, que oferece uma infinidade de promoções aos consumidores, principalmente no mercado online.

A Black Friday existe no Brasil desde 2010, quando faturou cerca de 3 milhões de reais em vendas. Em 2011, os números já teriam saltado para 100 milhões. Com o crescimento do mercado online, a data ganhou destaque e relevância a cada ano. E a expectativa para este ano é ainda mais alta.

Expectativas e impactos para o e-commerce

Em função da mudança nos hábitos de consumo, a demanda atual por compras online cresceu. Poder comprar sem sair de casa tornou-se muito simples e prático e incidiu diretamente no desenvolvimento do comércio eletrônico.

Para a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, a ABComm, o volume de vendas no e-commerce deve chegar a quase 80 bilhões de reais em vendas, o que representaria um crescimento médio de 18% em relação ano passado e o maior avanço registrado desde 2015 no Brasil.

Já para os idealizadores do evento no país, o ticket médio de compra deve girar em torno de R$ 600,00; 70,2% dos consumidores que planejam comprar durante a Black Friday revelaram que pretendem gastar mais de R$ 500,00 em compras. O ticket médio é alto nesta data porque é o momento que o consumidor reserva para comprar itens de maior valor agregado, devido à redução de preço. Dos itens a serem comprados, o celular sai na frente, com 37% de intenção de compra entre os consumidores.

A região que deve apresentar o crescimento mais expressivo é a Nordeste, com 14% de participação nas vendas, enquanto a Sudeste permanece como campeã, somando aproximadamente 61% de todo o faturamento durante a Black Friday.

Loja física também será destino para compras

Apesar da data ser mais conhecida no e-commerce, ela continua crescendo nas lojas físicas. Segundo uma previsão do Google, em parceria com a consultoria Provokers, pela primeira vez, o número de consumidores em lojas físicas e no comércio eletrônico deve ser igual. Essa mudança é impulsionada pela tendência de consumo multicanal e também pelo aumento da preferência pelas pick ups stores, onde o cliente compra pelo site e retira a mercadoria diretamente na loja. Além de não apresentar custo de frete, esta opção traz outra vantagem importante: a mercadoria fica disponível para o consumidor de forma mais rápida, um ponto muito positivo para quem está ansioso com a compra.

Com a expectativa alta, esperamos que a Black Friday 2019 supere as previsões e traga excelentes movimentação econômica para o país.

Na era da experiência: descubra como tornar sua marca mais relevante para seus clientes

19 de novembro de 2019

Vivendo em uma era com milhares de marcas competindo pela escolha do consumidor, encontrar uma forma de tornar a sua empresa relevante e atrativa para ele é uma missão desafiadora.

A busca pela experiência

Não é à toa que a busca pela experiência tem crescido muito nos últimos tempos. A Salesforce, uma das mais conhecidas empresas de CRM do mundo, divulgou em um de seus estudos que 89% dos consumidores brasileiros consideram a experiência tão ou mais importante do que o próprio produto em si. Afinal, a experiência que um consumidor teve com uma marca, seja ela boa ou ruim, dita como todo o restante do processo funcionará.

Experiência como diferencial

É nesse momento que o marketing de experiência pode ser um diferencial nas estratégias do seu negócio. Seu objetivo é tornar uma marca relevante para seus clientes a partir de interações e experiências a serem desenvolvidas com ele. Fazer marketing de experiência é usar a emoção dos clientes para conquistar, engajar e fidelizar, percebendo que, hoje, o produto não consegue mais ser o único protagonista da jornada.

Assim, alcançar um bom nível de relacionamento com os seus clientes é mais importante num primeiro momento do que fazer com que eles simplesmente adquiram seu produto ou serviço.

Para começar

Antes de começar a pensar em estratégias de experiência, é preciso ter consciência de que o cliente é o principal ativo da empresa. Logo, tudo gira em torno dele. Em um segundo momento, é necessário entender que o marketing de experiência gira em torno da verdade, da vontade e do valor.

Verdade

Para gerar uma experiência positiva, é preciso contar histórias reais que façam sentido para o cliente. Por isso, prometa aquilo que você pode cumprir e entregar.

Vontade

A verdade, se bem abordada, consegue criar no consumidor a vontade de se relacionar com a marca. Lembrete: fazer com que ele se relacione com a sua marca é essencial para que a compra aconteça nas demais etapas.

Valor

É a percepção dos clientes em relação à experiência e à conexão criadas com a marca.

Pergunte-se: qual experiência seu cliente quer ter com a sua marca? A partir daí, busque conhecê-lo a fundo para criar ações assertivas, baseadas na experiência que ele quer ter. Veja alguns exemplos que podem ser despertados no consumidor.

Percepção: é possível usar os 5 sentidos ou, até mesmo, mesclá-los. Pode ser uma experiência voltada à visão de algo diferente e uso de cheiros ou sons marcantes, por exemplo.

Sentimento: quando uma marca provoca, a partir da experiência, a emoção no consumidor.

Pensamento: quando o consumidor é envolvido na resolução do desafio proposto na ação.

Relacionamento: acontece quando há identificação entre cliente e marca. Entender que ele vem antes do processo de compra é essencial.

Promovendo ações que visam a experiência dos seus consumidores, ao final, você terá investido em diferenciação, engajamento, divulgação e relacionamentos mais fortes com a sua marca.